segunda-feira, 28 de março de 2011

Como ler artigos científicos?

Caros/as, as notas abaixo talvez possam interessar. Abraço. Prof. Fideles.






Divulgação
Este livro é uma ferramenta para entender as pesquisas científicas

Protegidos pelo mesmo princípio que os malandros da fábula, alguns artigos acadêmicos são desprovidos de qualquer sentido. Negar a erudição e o conteúdo de certos textos é sinônimo de tolice ou incapacidade.
Para o professor Italo de Souza Aquino, qualquer um pode --e deve-- ler escritos do gênero. Porém, por seguir regras específicas, a linguagem é bem diferente do que encontramos em um romance ou um jornal, características que dificultam a leitura.
Pensando em facilitar a atividade e fugir das fraudes, Italo escreveu "Como Ler Artigos Científicos" (Saraiva, 2010), livro que desmistifica qualquer paradigma sobre o assunto.
Desenvolvido originalmente para estudantes de graduação, mestrado e doutorado, o título pode ser usado por qualquer pessoa. Abaixo, conheça dez estratégias para ler artigos acadêmicos.
*
1. Artigo científico não é para ser memorizado;
2. A leitura de artigos científicos não deve ser de capa a capa; tenha liberdade de ler a parte que mais lhe interessa;
3. Faça marcações em palavras, frase ou parágrafos que sejam interessantes para seu uso (numa revisão bibliográfica ou simplesmente para alguma consulta mais adiante);
4. Escreva no próprio artigo alguma ideia ou o que for preciso. Não tenha medo de escrever no seu artigo. Anotações em artigos, livros e revistas, fazem parte do processo de leitura (aprendizagem);
5. Arquive os artigos já lidos em lugar de fácil acesso;
6. Inicie sua leitura pelo Título e, em seguida, vá para o Resumo; depois, escolha que direção tomar;
7. Quando o resumo transmite informação suficiente sobre algo de que você já tem conhecimento, você poderá até pular a Introdução e ir direto para as Conclusões;
8. Tente ler sempre o original (impresso ou no computador); às vezes, fotocópias podem mascarar alguma linha em gráfico ou algum detalhe em fotografias ou radiografias;
9. Não hesite em marcar todas as palavras ou frases que você não entenda; marque TODAS (com um marca texto) e depois da leitura utilize um dicionário técnico para tentar entender as palavras desconhecidas;
10. Haverá 'coisas' no artigo que você não entenderá (uma palavra, uma expressão, um método) mesmo depois de buscar seu significado em dicionário, faça um grande favor a você mesmo: releia o artigo, seção por seção, e então você verá, como será mais fácil desta vez.


Convite

       A  ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL  - Secional de Mato Groso do Sul tem a honra de formular o presente convite para o lançamento do 18º livro de autoria do advogado e escritor Aldo Lopes, desta feita publica o autor um estilo narrativa, de linguagem documentária, com o título “A GERRA PT e os principais questionamentos jurídicos do agronegócio na década 2000/2010, a ser realizado em Noite de  Autógrafos.

Data: 28 de Março de 2011
Horário: 19:30 horas
Local: Sede do Sindicato Rural de Campo Grande
Rua Raul Pires Barbosa, 116 - Chácara Cachoeira - Campo Grande (MS)
Traje: Esporte
Fone p/contato: (67) 3318-4700 (OAB) /3042-7470 (Aldo)/ 3341-7955 (Sindicato Rural)



                               Tônica do Livro:

A expressão “guerra” utilizada no título desta obra não tem nada a ver com aquelas lutas sangrentas, mas com lutas pela busca do direito dos Produtores Rurais ao longo dessa última década. E o “PT”  dessa “guerra” não foi utilizado como uma insinuação ao Partido dos Trabalhadores, muito embora haja uma grande coincidência do título do livro com a sigla do partido político, mas isto se deu, evidentemente, pelo fato dos questionamentos jurídicos terem sido suscitados e formulados, em sua grande maioria, na década 2000/2010, justamente num período em que  o Governo Federal foi administrado pelo PT, daí sim, do Partido dos Trabalhadores.
Em verdade, o “PT” nessa linguagem literária significa uma “guerra” entre os Produtores e os óbices dos Transgênicos, entre os Produtores e a ampliação de Territórios Indígenas, entre dos Produtores e o reconhecimento de Terras Quilombolas, entre os Produtores e os Tribunais, enfim, entre os Produtores e Tudo o que lhes aflige, de fato e de direito.
           A obra, em suas quase trezentas páginas, tem como objetivo apresentar aspectos fundamentais na forma de linguagens documentárias, quer em relação a sua natureza, quer em relação a sua estrutura e a suas funções didático-pedagógicas. Aborda, de maneira especial, as questões mais intrincadas vividas, de um modo geral, pelos Produtores Rurais brasileiros, na década de 2000/2010, vale dizer, questões técnicas e reais que acabaram fundamentando a sua elaboração, do início ao fim da narrativa.
        
                                                         
Aldo Lopes.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Repassando


Estimadas amigas y amigos:
Dear friends,

Ruego la difusión inmediata y de máximo alcance posible de este importante documento que el IPB acaba de expedir.
Please disseminate asap and to all your contacts and networks this important document the International Peace Bureau have just released .

Saludos cordiales y agradeciendo su atención a este mensaje,
Best regards and thanking your kind attention to this message,

Alicia Cabezudo
Vice Presidenta IPB
International Peace Bureau
41 Rue de Zurich, 1201 Geneva
Tel: +41 22 731 6429
Fax +41 22 738 9419

Libya: International Peace Bureau condemns military strikes and urges political negotiations to protect the civilian population.

21 March 2011. A new historical era opened three months ago with the popular uprisings in Tunisia and then Egypt, the first of the ‘Arab spring’ season. These rebellions brought hope to millions and youthful energy to societies suffering decades of repression, injustice, inequality, especially gender inequality, and increasing economic hardship. The Libyan revolt was inspired by these largely nonviolent victories, but, as the world has witnessed with dismay, has rapidly become militarized and is now embroiled in a full-scale civil war.  

NO MORE ARMED INTERVENTIONS
The western powers’ fateful decision to push through the UN Security Council a resolution to authorize military strikes and a no-fly zone has transformed the situation into one reminiscent of the Iraq crisis of 2003. While supporting the objective of protecting the civilian population, in Benghazi and elsewhere, IPB condemns yet more armed attacks by western powers on yet another Muslim country. Have these same powers learned nothing from their disastrous failures over the last 10 years? It is clear that non-military methods have not been utterly exhausted. Were all economic sanctions imposed and enforced? Was massive electronic jamming put into operation? Were all oil and gas sales cancelled? – and will we ever be told?

WHEN WILL WE EVER LEARN?
Western media fascination with the minutiae of battle tends to obscure historical memory, without which any clear assessment is impossible. Have we all forgotten who sold arms to, and struck energy deals with, Col. Gaddafi in the first place? Do the phrases ‘no-fly zone’ and ‘air strikes’ not bring back painful memories of the slide into disastrous occupations in Iraq and Afghanistan?
 
ALTERNATIVE APPROACHES
There is no lack of alternative courses of action. In IPB’s view, the most urgent task, and the most effective way to carry out the UN-mandated ‘Responsibility to Protect’ the civilian population, is to engage immediately both the Gaddafi regime and the rebels in serious negotiations. These should focus, first on a genuine and multi-lateral ceasefire, and then on the foundations of a political settlement based on participatory democracy. The UN already has a special representative in place in Tripoli. Cynical or not, Gaddafi has made a ceasefire gesture – which could be used as a starting point. Western states, especially the US and the former colonial powers, should keep out. The UN Secretary-General and a panel of highly respected figures from the Muslim world should be invited to take part in whatever talks can be arranged. An offer to call off the air strikes could be used as a confidence-building measure. In the medium-term, consideration should be given to a UN-authorised peacekeeping presence, preferably not composed of western military forces, with a classical peace-keeping (not peace-enforcement) mandate. Why is it that investment in mediation, diplomacy, trust-building and similar efforts is always a tiny fraction of the money spent on armed intervention?
 
UNLOCKING CREATIVITY
Arab peoples have shown that they have the courage to break away from past habits and have demonstrated impressive discipline and dignity in confronting their oppressors. The western world should now respond by finding the courage to break with its own past habits, and to apply the enormous creativity of its own societies in the search for new ways of resolving conflicts. Success in Libya - or indeed elsewhere in the region - would offer tremendous inspiration to peoples locked in deadly conflict in other regions.

REVERSING COURSE
It is still not too late for those leading this latest military gamble to pull out of the quagmire that looms ahead. We urge the world to mobilise now against war and foreign intervention, and in favour of negotiated solutions.
What is done in the coming days and weeks will determine the possibilities for a long-term settlement. Foreign bombing only threatens a wider conflagration with unpredictable consequences.

WIDER ASPECTS
There are all kinds of wider considerations to be explored, and important lessons that need to be assimilated. In particular, that the five permanent members of the Security Council cannot continue to police the world as if we were still in 1945; and that it is time for a global outcry against the massive expenditure devoted to the military system ($1,500 billion per annum), and in particular the international arms trade, with its accompanying corruption and double standards.
The International Peace Bureau is clear on its own priorities. We need to disarm in order to develop. The basic needs of the population must be catered for as the absolute priority, not as a by-product of ‘national security’. We appeal to the arms-producing countries and industries to urgently start converting military research and production to civilian purposes. The world will never achieve the Millennium Development Goals if it fails to abandon the military-dominated way of thinking and action. We have learned in recent years that democracy cannot be imposed, and that regime change is only a matter for the population itself. The time is now ripe to assist the people in the Middle East/North Africa region in building societies based on the vision of a culture of peace, as hoped for by peoples everywhere. Such a programme was agreed by the UN in the preparation of the International Year for a Culture of Peace in 2000 and the following Decade on a Culture of Peace and Non-Violence that has just come to an end, and that must now be energetically renewed.
 
The International Peace Bureau is dedicated to the vision of a World Without War. We are a Nobel Peace Laureate (1910), and over the years 13 of our officers have been recipients of the Nobel Peace Prize. Our 320 member organisations in 70 countries, and individual members, form a global network which brings together expertise and campaigning experience in a common cause. Our main programme centres on Sustainable Disarmament for Sustainable Development. We welcome your participation.

Current project: Global Day of Action on Military Spending, April 12, 2011: http://demilitarize.org
Colin Archer, Secretary-General
International Peace Bureau
41 rue de Zurich, 1201 Geneva, Switzerland.
Tel: +41-22-731-6429, Fax: 738-9419
secgen@ipb.org
www.ipb.org

Prática Integradora

CONVITE

Prática Integradora - Inscrições com Antonio Ramos - Carga horária de 4 horas


Dia  - 31/03/2011

Local - Museu de Arte Contemporânea - Rua Antônio Maria Coelho, 6000, Parque das Nações Indígenas

Horário - 19 h 30 min.

Objetivos

- Identificar os autores que trabalham a cultura sul-mato-grossenese e em especial a pantaneira;
- Refletir sobre a literatura como patrimônio cultural tangível, reconhecendo o local como uma instituição também da comunidade, cujo patrimônio pode ser reconhecido como instrumento da construção da identidade e consequentemente da cidadania.


Coordenadoras: Dras. Maria Augusta de Castilho e Arlinda Cantero Dorsa

Atenciosamente,

Antonio Ramos
Secretário do Programa de Pós-Graduação
Mestrado em Desenvolvimento Local
Telefone: (67) 3312-3612
Fax: (67) 3312-3608


sexta-feira, 18 de março de 2011

Prazo para bolsas

Fundect encerra editais para bolsas de mestrado e doutorado na próxima semana

A Fundect (Fundação de apoio ao desenvolvimento do ensino, ciência e tecnologia de Mato Grosso do Sul) está com edital aberto para a concessão de bolsas de mestrado e doutorado. A data limite para envio eletrônico das propostas é na próxima terça-feira (22).

Podem concorrer às bolsas de mestrado todos os estudantes matriculados em cursos de pós-graduação stricto sensu de Instituições de Ensino Superior do Mato Grosso do Sul. Já para as bolsas de doutorado, podem participar estudantes de doutorado de Instituições localizadas em qualquer estado brasileiro, desde que o tema de suas pesquisas envolva assuntos relacionados ao MS.

Serão concedidas 60 bolsas de mestrado com duração máxima de 24 meses, no valor de R$ 1.200,00 mensais cada e 40 bolsas de doutorado, com duração máxima de 36 meses, no valor de R$ 1.800,00 mensais. Com isso, a Fundação investirá mais de quatro milhões de reais em pesquisas em áreas relevantes para o desenvolvimento científico, tecnológico, social e cultural do Estado.

Para se inscrever em algum dos editais o candidato precisa estar regularmente aprovado em um programa de mestrado do Estado ou em um programa de doutorado de qualquer estado brasileiro; não acumular a bolsa com quaisquer outras bolsas de agências e nem receber remuneração proveniente de qualquer vínculo empregatício; ter currículo na Plataforma Lattes do CNPq; entre outros requisitos básicos que podem ser observados no edital.

O resultado das propostas aprovadas será divulgado no portal da Fundect (www.fundect.ms.gov.br) e no Diário Oficial do Estado de Mato Grosso do Sul.

Para ler os editais na íntegra, clique aqui.

Para mais informações envie E-mail para secretaria@fundect.ms.gov.br ou ligue no (67) 3316-6700.
 

Fonte:
Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul - FUNDECT
Rua São Paulo, 1436, Bairro Vila Célia, CEP 79.010-050, Campo Grande - MS - Brasil
Telefone: (67) 3316-6728


Atenciosamente,

Antonio Ramos
Secretário do Programa de Pós-Graduação
Mestrado em Desenvolvimento Local
Telefone: (67) 3312-3612
Fax: (67) 3312-3608

Artigo: Mestrando Ronaldo São Romão Sanches

Todo o poder emana do povo. Será?

Uma contribuição para a discussão da Reforma Política
O parágrafo único do Art. 1º da nossa Constituição quando prevê que “todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente”, merece uma reflexão mais aprofundada devido a sua importância, nem sempre valorizada.
Um dos fundamentos que garantem o Estado democrático de direito é o exercício pleno da cidadania, sem dúvida, fundamento de grande e irreversível significado para a harmonia da sociedade, sendo cada vez mais universalmente consagrado.
Com inspiração em Montesquieu, os Constituintes definiram como poderes, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário e que estes devem ser independentes e harmônicos entre si.
O Art. 14 prevê que “a soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante plebiscito, referendo e iniciativa popular”. Na democracia representativa os cidadãos de uma circunscrição eleitoral, são chamados a escolherem livremente os seus representantes.
O parágrafo terceiro, do Art. 14 disciplina as condições de elegibilidade, entre as quais, podemos destacar a filiação partidária, que implica na prática, que o processo eleitoral é determinado pelos partidos políticos, sendo garantido em lei o pluralismo político e a liberdade para a criação das agremiações políticas, daí a importância em reconhecermos condições inequívocas de democracia não só nos estatutos e programas dos partidos, como na prática da militância partidária.
Acreditamos que os postulados acima, contemplados na nossa Constituição asseguram as condições básicas para que os brasileiros possam de fato exercer a cidadania, mas necessitamos algumas mudanças legais essenciais para aperfeiçoarmos as Leis existentes e garantirmos instituições cada vez mais sólidas e acreditadas.
Na democracia direta o cidadão tem a possibilidade de participar diretamente das decisões das questões que lhe afetam, através de mecanismos como o plebiscito, a iniciativa popular de propor leis e o referendo, que vários países, mormente os mais desenvolvidos, utilizam comumente. No plebiscito, os eleitores deliberam sobre um tema que não tenha sido precedido de ato legislativo ou administrativo do poder executivo, já no caso de deliberar acerca de algum ato, a consulta é denominada referendo.
Como já vimos, esses dispositivos constam em nossa Constituição, mas são pouco utilizados. Como exemplos de consultas populares, podemos mencionar o referendo ocorrido em 1963, sobre a manutenção do sistema parlamentar implantado através da Emenda Constitucional nº 4/61, resultando na volta ao sistema presidencialista. Posteriormente, a Constituição de 1988, estabeleceu que haveria plebiscito em 7 de setembro de 1993, para que o povo escolhesse a forma de governo, entre república ou monarquia constitucional e o sistema parlamentarista ou presidencialista, sendo que o plebiscito foi antecipado para 21 de abril de 1993, vencendo a forma de governo republicana e o sistema de governo presidencialista. Em 2005, foi realizada nova consulta à população, pois a Lei nº 10.826/2003, conhecida como Estatuto do Desarmamento, previa que para entrar em vigor deveria ser aprovada em referendo popular, sendo que a opção NÃO foi vencedora, em pleito onde compareceram às urnas mais de 92 milhões de eleitores. Podemos dizer então, que ocorreram em nosso país somente três consultas populares na modalidade direta. Aproveito para chamar atenção a respeito da conveniência de alteração do caput do Art. 14, dando-lhe uma redação mais clara.
Para se ter idéia, na Suíça, onde o sistema adotado pode ser definido como democracia semidireta, nas questões essenciais (definidas em lei), obrigatoriamente a população, que é considerada instância política suprema, deve ser ouvida, e regularmente é chamada a se pronunciar. O referendo permite aos cidadãos rejeitarem ou aceitarem as decisões tomadas no Parlamento, sendo que algumas leis para entrar em vigor exigem o referendo público, como foi o caso do nosso referendo sobre o Estatuto do Desarmamento. Esse mecanismo é muito eficaz, pois o congressista sabendo que a população poderá sancionar ou não uma nova lei, procura inteirar-se da opinião pública antes de sua propositura. Também está prevista a possibilidade dos cidadãos oporem-se a uma lei, bastando reunir cinqüenta mil assinaturas para derrubá-la ou reformá-la.
Somos conscientes que um sistema puro de democracia direta é inviável por diversas razões, como a necessidade de realizações de consultas com muita freqüência, com custo elevado, assim como a dificuldade em fiscalizar as ações do poder executivo.
O Poder Legislativo, conforme atribuições conferidas pela Constituição, tem por missão fiscalizar as ações do governo, como também propor e decidir sobre legislação, mas entendemos que após determinadas decisões poderia haver um período durante o qual essa decisão pudesse ser revertida pelo sistema de referendo ou de coleta de assinaturas.
O que podemos avaliar, é que há muito tempo as instituições políticas no nosso país vêm apresentando altos índices de desconfiança da população, e é inegável que necessitam de cuidados para sua revitalização.
Acreditamos que é essencial aperfeiçoarmos o nosso sistema político e a mescla entre a democracia representativa e a democracia direta, ou seja a democracia semidireta, nos parece o caminho mais adequado.

Ronaldo São Romão Sanches, é Administrador, MBA em Planejamento e Gestão Estratégica e Mestrando em Desenvolvimento Local, e-mail: ronaldo.autonomista@gmail.com

quarta-feira, 16 de março de 2011

Proposta de prática integradora

Como é do conhecimento de todos os mestrandos, é preciso completar um certo número de horas de "prática integradora". Na noite de ontem, durante a realização da primeira pratica integradora do ano de 2011, foi proposto pela mestranda Edilene a realização de uma prática que envolvesse o projeto Educar para Proteger - na Rota do Trem do Pantanal.
Pela proposta da mestranda, a turma faria o percurso do trem até a Cidade de Miranda, seguindo e acompanhando aspectos históricos e patrimoniais sob supervisão das Drª Maria Augusta e Arlinda.
A proposta foi apresentada informalmente e informalmente fora dito que o número de horas poderá alcançar 10h, o que representa 1/3 do total necessário.
Na qualidade de representante discente vou gerenciar a proposta e lhes passo a devolutiva em breve.

Agradecimento

Caros Mestrandos,

Agradeço a ilustre presença de vocês durante o evento de lançamento da publicação do Projeto Educar Para Proteger- Na rota do Trem do Pantanal, no último dia 15 de março.

Atenciosamente,
Maria Christina de L. Félix Santos
Mestranda em DL/Coordenadora do Projeto de Ed. Patrimonial da FCMS

quinta-feira, 10 de março de 2011

Mensagem do Professor Fideles

"Prezado Luiz, tentei inserir um comentário no Blog "mestrandos-dl", mas acho que não deu certo. Por isso, o reproduzo (como segue) e você poderá postá-lo no Blog se quiser:

Carríssimo Luiz Saldanha, quero lhe parabenizar pela bela ideia de organização desse Blog, assim como agradecer a gentileza do link com o meu http://desenvolvimentolocalvfa.com.br/ . Lembro-me bem de você ter relatado em sua mensagem a toda a comunidade do Mestrado em DL, sobre as conquistas do ano de 2010, que no primeiro dia da disciplina Teoria do Desenvolvimento Local eu lhe perguntei, após um seu também comentário de estreia, se você sabia o que é DL: e, encabulado, me respondeu que não, mas tinha muita vontade de saber e não ia medir esforços para isso. Pois bem, o que venho constatando, desde aquela época, é que você realmente não tem medido esforços tanto para entender a sadia significação de DL quanto para difundi-la e angariar adeptos que se envolvam com a promissora perspectiva de as comunidades-localidades paulatinamente conquistarem capacidades, competências e habilidades de se tornarem, elas mesmas, SUJEITOS E NÃO MEROS OBJETOS DE SEU PRÓPRIO DESENVOLVIMENTO. Que Deus continue a iluminar e fecundar seus/nossos caminhos de luta em prol do DESENVOLVIMENTO LOCAL. Grande abraço. Prof. Fideles (Vicente Fideles de Ávila)" 

terça-feira, 1 de março de 2011

Importante

Caríssimos colegas mestrandos, em especial aos alunos regulares dos anos 2009 e 2010, turmas A e B, a reunião ocorrida nesta tarde trouxe mui importantes informações, que foram prestadas pela coordenadora a Dra. Maria Augusta de Castilho.

Em destaque para a obrigatoriedade de "concluir" todos os créditos antes da qualificação e as recomendações sobre algumas regras afetas à metodologia. Também ficaram cientes, os presentes, sobre a obrigatoriedade, tanto da publicação do artigo cientifico em revista classificada pela Qualis quanto da comunicação oral em evento científico, sem os quais, em conjunto com a comprovação dos demais créditos, não será aceito o requerimento de qualificação.

Apenas para complementar os dados acima, o Regimento do Programa, disponivel no sito do mestrado, foi aprovado pelo Conselho em 2009, sendo portanto, de observação obrigatória pelos mestrandos das turmas de 2010 e seguintes. 

Foi verificada pela coordenadora, entretanto, a ausência de vários mestrandos que deverão buscar obter os detalhes da reunião diretamente com a profa. Maria Augusta o mais breve possível, e, inclusive, assinar termo sobre a data-limite para a qualificação e defesa, conforme a respectiva turma.

É importante enfatizar que os créditos são distribuídos conforme a planilha reproduzida abaixo e que é resposabilidade do mestrando apresentar os comprovantes e certificados, além de verificar sua regularidade perante a instituição
    
I DISCIPLINAS

TOTAL 21 CRED

2 disciplinas obrigatórias........9 cred
- Desenvolvimento Local em contexto de territorialidades
- Metodologia da Pesquisa

4 disciplinas optativas............12 cred
                                   
II ATIVIDADES COMPLEMENTARES: TOTAL 10 CRED

Seminário Integrador
Práticas Integradoras
Comunicação Científica em Evento
Elaboração de Artigo Científico

III ORIENTAÇÃO INDIVIDUAL CRÉDITOS: TOTAL 16 CRED

Orientação Individual I
Projeto de Pesquisa
Orientação Programada
Orientação Individual II
Orientação Individual III
Orientação programada
Relatório de Qualificação
Orientação Individual IV
Relatório de Dissertação
Versão Final Pós-defesa
                                    
TOTAL DE CRÉDITOS INTEGRALIZADOS 47 CRÉDITOS

Obs: O aluno que totalizar 03 (três) créditos no Tópico Especial poderá cursar apenas três disciplinas optativas, substituindo assim a disciplina optativa pelo tópico especial.